Esta política descreve como o Mint Brasil produz, revisa e corrige conteúdo. Aplica-se a todos os textos publicados em mintbr.click.
Independência
A redação não aceita pagamento de corretoras, gestoras, bancos ou emissores de ativos em troca de cobertura favorável. Não participamos de programas de afiliados que remunerem indicação de produtos financeiros. Receita do projeto, quando existir, deve vir de modelos que não condicionem o conteúdo editorial — e qualquer mudança futura será declarada nesta página.
Escopo de conteúdo
Publicamos análises sobre mercado brasileiro com foco em recomendação neutra, manutenção de posição e equilíbrio risco-retorno. Não oferecemos consultoria personalizada, não executamos ordens e não gerimos recursos de terceiros. Textos são informativos e não constituem oferta de investimento nos termos da regulamentação da CVM.
Metodologia
Priorizamos fontes primárias: demonstrações financeiras na CVM, séries do Banco Central, comunicados oficiais da B3. Quando usamos estimativas de terceiros, identificamos a origem. Incertezas e limitações de amostra são mencionadas no corpo do artigo. Recomendação neutra indica que, com os dados disponíveis na data de publicação, não há base para orientar compra ou venda — não é endosso permanente ao ativo.
Conflitos de interesse
Colunistas declaram posição relevante em ativos citados quando aplicável. Participação em empresa analisada acima de patamar simbólico exige nota no artigo. A redação pode recusar pauta quando conflito for incompatível com análise imparcial.
Correções
Erros factuais são corrigidos com nota visível indicando data e natureza da alteração. Erros menores de forma — ortografia, links quebrados — podem ser ajustados sem nota se não alterarem o sentido. Leitores podem reportar problemas para [email protected].
Atualizações
Artigos podem ser revisados quando dados macro ou corporativos mudarem materialmente. A data de publicação original permanece; atualizações relevantes aparecem em linha dedicada ao final do texto.
Tom e linguagem
Evitamos urgência artificial, promessas de rentabilidade e linguagem que pressione decisões imediatas. Preferimos verbos que descrevam evidência — “os dados sugerem”, “a evidência atual indica” — em vez de certezas absolutas sobre mercados futuros.